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	<title>Revista Dpontaponta</title>
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		<title>Integra&#231;&#227;o pela palavra escrita</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 13:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria de capa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; “Diversidade” é a palavra que dá o tom da primeira edição do “Festival Literário Internacional dos Campos Gerais” (Flicampos), evento grandioso destinado a aproximar leitores, escritores, professores e alunos &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; O Brasil tem assistido, nos últimos anos, ao surgimento de inumeráveis festivais dedicados ao consumo e discussão de literatura. A <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=63"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><i><strong><font size="4">“Diversidade” é a palavra que dá o tom da primeira edição do “Festival Literário Internacional dos Campos Gerais” (Flicampos), evento grandioso destinado a aproximar leitores, escritores, professores e alunos</font></strong> </i>
<p align="justify"><em></em>&nbsp;
<p align="justify"><em></em>&nbsp;
<p align="justify"><em></em>&nbsp;
<p align="justify"><em></em>&nbsp;
<p align="justify"><em></em>&nbsp;
<p align="justify"><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/04/56456-4.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 5px 14px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Hand and book stairs" border="0" alt="Hand and book stairs" align="right" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/04/56456-4_thumb.jpg" width="428" height="286"></a></p>
<p><em></em>
<p align="justify">O Brasil tem assistido, nos últimos anos, ao surgimento de inumeráveis festivais dedicados ao consumo e discussão de literatura. A primeira e mais famosa iniciativa neste sentido foi a ‘Feira Literária Internacional de Paraty’ (Flip), realizada sempre na romântica cidade de Paraty (RJ), e que já conta com uma década de existência. Outros eventos do mesmo porte, como a ‘Festa Literária Internacional de Pernambuco’ (Fliporto), a ‘Feira Literária Internacional do Tocantins’ (Flit) e o ‘Festival Internacional de Literatura de Campinas’ (Flic), entre muitos outros, têm se espelhado nos eventos que ocorrem em grandes capitais da cultura, como Nova York (EUA) e Berlin (Alemanha), e apresentado ao país uma programação que discute seriamente os caminhos para o crescimento da literatura, nos âmbitos da sua produção, divulgação e consumo.
<p align="justify">E Ponta Grossa, pela primeira vez em sua história, poderá se orgulhar também de fazer parte deste circuito tão crescente quanto prestigiado, com a realização do primeiro “Festival Literário Internacional dos Campos Gerais” (Flicampos), que, durante a maior parte de sua programação, ocorrerá de 1º a 6 de maio próximo, na área do “Parque Ambiental Governador Manoel Ribas”, localizado no centro da cidade. Outras atividades acontecerão também no Cine-Teatro Ópera, Centro de Eventos Cidade de Ponta Grossa e no Campus Central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O evento irá homenagear, com atividades relacionadas, a poetisa paranaense Helena Kolody e o escritor baiano Jorge Amado, cujos centenários de nascimento se comemoram em 2012.
<p align="justify">Com noventa por cento dos seus custos bancados pela Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, o “Flicampos” foi formatado entre setembro e dezembro de 2011, quando os representantes da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e coordenadores do evento Elizabeth Schmidt, Cirillo Barbisan e Alfredo Mourão se reuniram com diversos órgãos e entidades, formando um grupo de trabalho em que foram propostas as linhas mestras e indicadas as comissões de cada segmento do evento. Deste grupo de trabalho participaram representantes da Secretaria Municipal de Educação, Núcleo Regional de Educação, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG), Academia de Letras dos Campos Gerais (ALCG), Academia Ponta-Grossense de Letras e Artes (Apla), SESI, SESC e, por fim, representantes dos Conselhos Municipais de ///Política Cultural///, Turismo, Patrimônio Cultural e Educação.
<p align="justify"><b></b>
<p align="justify"><b>Proposta: diversidade</b>
<p align="justify">A quantidade de entidades que foram mobilizadas para a organização do ‘Flicampos’ dá uma ideia bastante aproximada não só da dimensão de sua grandeza como também de sua evidente diversidade. Ao contrário do que geralmente acontece com outros eventos literários nacionais, o ‘Flicampos’ está situado em um ponto de convergência entre literatura, educação e inclusão. “O ‘Flicampos’ é muito diversificado. Todos os eventos estão conectados à discussão central do evento”, confirma Alfredo Mourão, da Divisão de Literatura da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.
<p align="justify">Tanto é assim que, entre palestras de escritores renomados e estandes focados na venda de livros, haverá, durante o evento, uma série de “diversidades culturais”, de acordo com a secretária de Cultura e Turismo, Elizabeth Schmidt. “<strong>Teremos um conjunto de editoras e livrarias importantes que oferecerão uma grande diversidade de obras literárias para todas as idades, sobre os mais diversos assuntos e com preços especiais. Os escritores convidados falarão sobre temas atuais e proporão debates instigantes. Haverá uma série de atividades lúdicas focadas no estímulo e na descoberta do prazer da leitura. Entraremos em contato com inusitadas formas de comunicação desenvolvidas para pessoas especiais expressarem suas emoções para o mundo. Veremos o que a tecnologia tem desenvolvido para conquistar novos leitores e estimular o ensino-aprendizagem.&nbsp; Em suma, a diversidade é a tônica do ‘Flicampos’”, destaca.</strong>
<p align="justify"><strong></strong>
<p align="justify"><strong>EVENTOS DENTRO DO EVENTO</strong>
<p align="justify"><strong>Resultado da diversidade imprimida em sua elaboração, o ‘Flicampos’ é o nome que designa um conjunto de cinco eventos que têm a literatura por principal objeto, seja direta ou indiretamente. </strong>“Serão vários eventos dentro de um evento”, resume Alfredo Mourão. <strong>Confira a seguir um breve resumo sobre o que você pode esperar desses eventos – lembrando que a programação completa de cada um e os locais onde acontecerão cada um deles, você pode consultar no guia do ‘Flicampos’, durante as próximas páginas ou no site do evento (<a href="http://www.flicampos.com.br">www.flicampos.com.br</a>) </strong>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><strong>SEMANA DA CULTURA</strong>
<p align="justify"><strong>BRUNO E MARIA ENEI</strong><strong></strong>
<p align="justify"><strong>O ‘Flicampos’ inclui a vigésima sexta edição da tradicionalíssima “Semana da Cultura Bruno e Maria Enei”, iniciativa lançada em 1983, graças aos esforços dos então vereadores José Ruiter Cordeiro, atual presidente da Academia de Letras dos Campos Gerais (ALCG), e Manoel Ozório Taques. Criado em homenagem ao intelectual e professor Bruno Enei e sua esposa, que promoveram a cultura e o ensino local, o evento trará atividades artístico-culturais diversificadas nesta edição, que contemplam as mais variadas formas de arte, atingindo todas as classes escolares.</strong>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><strong>“FEIRA DO LIVRO”,</strong>
<p align="justify"><strong>SUCESSO DE VOLTA</strong><strong></strong>
<p align="justify"><strong>Proposta em 2002 pela Secretaria Municipal de Educação, na gestão do então governo Péricles de Holleben Mello, a “Feira do Livro” se tornou um sucesso instantâneo e mobilizou grande parte da população, entre participantes e profissionais da área do livro entre 2002 e 2004, quando foram promovidas três edições do evento, antes de ser interrompido. Neste ano, como parte das atividades do ‘Flicampos’, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo decidiu resgatar a promoção do evento, atendendo às reivindicações das últimas ‘Conferências Municipais de Cultura’. A “Praça dos Livreiros” irá absorver as editoras e livrarias inscritas no ‘Flicampos’, onde poderão colocar à mostra as mais recentes obras literárias para todas as idades.</strong>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><strong>ENCONTRO DE QUADRINHOS E RPG</strong>
<p align="justify"><strong>Com organização pela Associação Cultural Project Yume, o “1º Encontro de Quadrinhos e RPG” se destaca como uma novidade não só dentro do ‘Flicampos’, mas /como/ também no calendário de eventos da cidade em todos os tempos. Espaço dedicado às atividades da cultura jovem, como as histórias em quadrinhos e os jogos de RPG (“role playing games”, no original; “jogos de interpretação de papéis”, em uma tradução aproximada), o evento possibilitará a troca de ideias e experiências entre artistas locais e de fora da região. Além de divulgarem suas obras, os artistas também poderão comercializar seu próprio material e o público interessado poderá participar de oficinas de quadrinhos e mangá. Já o encontro de RPG servirá como um ponto de encontro para a socialização e diversão. </strong>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><b>ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO</b>
<p align="justify"><b>&amp; LITERACIA E LINGUAGENS INCLUSIVAS </b>
<p align="justify">Em conjunto e de forma integrada, a realização do “2º Encontro de Comunicação e Educação” e da “Feira de Literacia e Linguagens Inclusivas (Fellin)” representam a maior parte da faceta midiático-educacional do ‘Flicampos’. Realizado pela primeira vez em Ponta Grossa em 2002, o ‘Encontro de Comunicação e Educação’ contará com mais de 20 palestrantes, que irão debater o conceito de “Literacia” – palavra portuguesa que designa a capacidade que o indivíduo tem de compreender e usar a informação escrita –, no que se relaciona à possibilidade de inserção social de diferentes grupos de leitores por intermédio das linguagens midiáticas.</p>
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		<title>Espet&#225;culos inesquec&#237;veis</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 21:51:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem já acompanhou as turnês anteriores do “Circo Roda”, em Ponta Grossa, não esquece nunca os momentos de genialidade desta trupe. ‘Stapafúrdyos’, ‘Oceano’ e ‘DNA – Somos todos muito iguais’ foram assistidos por milhares de pessoas. Em todo o Brasil, o público já soma mais de 300 mil pessoas em 30 cidades. &#160; &#160; Oceano <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=58"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já acompanhou as turnês anteriores do “Circo Roda”, em Ponta Grossa, não esquece nunca os momentos de genialidade desta trupe. ‘Stapafúrdyos’, ‘Oceano’ e ‘DNA – Somos todos muito iguais’ foram assistidos por milhares de pessoas. Em todo o Brasil, o público já soma mais de 300 mil pessoas em 30 cidades.
<p>&nbsp;
<p>&nbsp;
<p><b><font size="5">Oceano</font></b>
<p>Um menino em busca de seu patinho de borracha foi o pretexto para saltos, acrobacias, números de trapézio, malabares, equilíbrio e outros momentos mágicos sob a tenda do circo, montada no Parque Ambiental, no Centro de Ponta Grossa.
<p>&nbsp;
<p><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Mendona-Jr_Oceano-02-1.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Mendon&ccedil;a Jr_Oceano 02 (1)" border="0" alt="Mendon&ccedil;a Jr_Oceano 02 (1)" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Mendona-Jr_Oceano-02-1_thumb.jpg" width="620" height="413"></a><b></b>
<p><b></b>&nbsp;
<p><strong></strong>&nbsp;
<p><b><font size="5">DNA</font></b>
<p>A procura pelo elemento que faz iguais todos os seres humanos, o mundo da genética, a evolução da espécie humana e a busca pela cura. No contexto de ‘DNA – Somos todos muito iguais’, inacreditáveis performances, palhaços hilários e demasiadamente humanos guiaram a plateia pela magia circense. O coração de ar, voando pelo teatro, até hoje está na memória dos espectadores.
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Rodrigo-Czekalski_DNA-1.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Rodrigo Czekalski_DNA (1)" border="0" alt="Rodrigo Czekalski_DNA (1)" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Rodrigo-Czekalski_DNA-1_thumb.jpg" width="613" height="439"></a></p>
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		<title>Entre os maiores investidores culturais no Estado do Paran&#225;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 21:46:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Concessionária utiliza todos os recursos possíveis através da Lei Rouanet &#160; Em uma política de ‘Responsabilidade Social Corporativa’, os investimentos em Cultura são parte fundamental. Dentro dessa política de apoio à comunidade, a utilização das leis de incentivo está integrada à participação efetiva das empresas no dia a dia das cidades onde estão inseridas. <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=52"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p align="justify"><i><strong><font size="4">Concessionária utiliza todos os recursos possíveis através da Lei Rouanet</font></strong></i>
<p align="center"><strong><em><font size="4"></font></em></strong>&nbsp;
<p align="justify">Em uma política de ‘Responsabilidade Social Corporativa’, os investimentos em Cultura são parte<a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/rodonorte_preferencial-fundo-preto.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 6px 0px 0px 13px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="rodonorte_preferencial fundo preto" border="0" alt="rodonorte_preferencial fundo preto" align="right" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/rodonorte_preferencial-fundo-preto_thumb.jpg" width="281" height="133"></a> fundamental. Dentro dessa política de apoio à comunidade, a utilização das leis de incentivo está integrada à participação efetiva das empresas no dia a dia das cidades onde estão inseridas. Especialmente neste contexto, a “Lei Rouanet de Incentivo à Cultura” é a principal forma de aproximar artistas e comunidade, participando efetivamente da formação de plateia, subsidiando valores de ingressos e viabilizando espetáculos inovadores em todos os cantos.
<p align="justify">No Paraná, segundo dados de 2011 do Ministério da Cultura, a “CCR RodoNorte” está entre as dez maiores apoiadoras culturais do Estado, atrás apenas de empresas como ‘Vivo’, ‘Volvo’, ‘Copel’, HSBC, ‘Renault’, ‘Kraft Foods’ e ‘Sanepar’. Através da Lei, a empresa disponibilizou para a Cultura R$ 1,4 milhão ao longo do ano, com destaques para o ‘Festival Nacional de Teatro (Fenata)’, ‘Circo Roda’, ‘Phillips Orquestra Sinfônica’, projetos ‘Cine Tela Brasil’, ‘Cine Tela Educativo’ e oficinas de cinema, ‘Banda Affinitas’, entre outros. “A política de investimentos em Cultura é permeada pelo conceito de sustentabilidade”, caracteriza a gestora de Relações Institucionais, Simone Suzzin.</p>
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		<title>O circo que ama a cidade para a cidade que ama o circo</title>
		<link>http://www.revistadp.com.br/?p=48</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 21:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região]]></category>

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		<description><![CDATA[O “Circo Roda” escolheu Ponta Grossa para estrear nacionalmente seu novo espetáculo. De 15 a 25 de março, “Caravana – Memórias de um picadeiro” ocupa o imaginário dos ponta-grossenses em uma grande homenagem ao circo brasileiro, no Cine-Teatro Ópera. Em promoção da “CCR RodoNorte” com a Prefeitura Municipal, a preços populares, a trupe deve encantar <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=48"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O “Circo Roda” escolheu Ponta Grossa para estrear nacionalmente seu novo espetáculo. De 15 a<a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CAMILASOUFER_ensaio-caravana2_-11.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 4px 0px 0px 18px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="CAMILASOUFER_ensaio caravana2_ (11)" border="0" alt="CAMILASOUFER_ensaio caravana2_ (11)" align="right" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CAMILASOUFER_ensaio-caravana2_-11_thumb.jpg" width="379" height="384"></a> 25 de março, “Caravana – Memórias de um picadeiro” ocupa o imaginário dos ponta-grossenses em uma grande homenagem ao circo brasileiro, no Cine-Teatro Ópera. Em promoção da “CCR RodoNorte” com a Prefeitura Municipal, a preços populares, a trupe deve encantar novamente, repetindo o sucesso de temporadas anteriores.</p>
<p align="justify">Não é à toa que a estreia nacional de ‘Caravana – Memórias de um picadeiro’ será no Cine Teatro Ópera, em Ponta Grossa. Primeiro porque, sem dúvidas, a cidade merece estar na rota dos grandes espetáculos nacionais. Segundo porque já ficou provado, em temporadas anteriores, a paixão do ponta-grossense pela arte circense, em especial pelo ‘Circo Roda’, responsável por uma verdadeira tsunami em busca de uma cadeira em frente ao palco. “Não há outra razão para que eles estejam aqui novamente, estreando uma nova temporada nacionalmente, que não seja o carinho mútuo entre circo e cidade, público e plateia”, revela Simone Suzzin, gestora de Relações Institucionais da ‘CCR RodoNorte’, que traz o espetáculo primeiro a Ponta Grossa e, depois, Curitiba, em seu ‘Festival de Teatro’.
<p align="justify">Esta será a quarta produção da união dos grupos “Parlapatões” e “Pia Fraus”, espetáculos já apresentados para mais de 300 mil pessoas em 30 cidades brasileiras. Todas essas produções já foram encenadas para o público dos Campos Gerais: ‘Stapafúrdyos’, ‘Oceano’, ‘DNA’ e, agora, ‘Caravana’- todos esses espetáculos com toques diferentes, dramaturgia acentuada e capricho visual e estético na caracterização de roteiros, cenários e personagens. Inovando mais uma vez, este será o primeiro deles com diálogos verbais – e o escalado para a assinatura da dramaturgia foi nada menos do que o roteirista de ‘Hoje é Dia de Maria’ (Rede Globo), Luís Alberto de Abreu.
<p align="justify">“Não diria que somos inovadores, porque isso significa fazer algo nunca visto antes. O que podemos dizer com certeza é que o ‘Circo Roda’ é criativo, nunca acomodado. As pessoas se identificam com isso e apóiam nosso trabalho”, acredita Beto Andreatta, idealizador de ‘Caravana’.
<p align="justify">Se as palavras elogiosas faltam na fala de Andreatta, elas sobram para o público que já teve a oportunidade de conhecer as apresentações anteriores. Cada um dos ingressos de DNA, por exemplo, foi disputado pela plateia ponta-grossense. Para que mais pessoas tenham esse privilégio, nesta temporada, os artistas ficarão dez dias na cidade, de 15 (apresentação para convidados) até 25 de março. Mas não se engane, é melhor garantir rapidamente seus ingressos, à venda exclusivamente no ‘Palladium Shopping Center’.
<p align="justify">“As temporadas anteriores foram um verdadeiro tsunami. Tenho certeza de que dez dias ainda serão pouco para Ponta Grossa, devido ao imenso carinho que a cidade tem pelo ‘Circo Roda’”, aponta a gestora de Relações Institucionais da CCR RodoNorte, Simone Suzzin. Carinho este, observa ela, especialmente espelhado pelos artistas. “É um pedido nosso ter o ‘Circo’ novamente em Ponta Grossa, mas é também uma vontade deles, que ficam maravilhados com a presença e participação da plateia no Cine-Teatro Ópera. Esta será a estreia nacional do espetáculo, e a partir daqui eles vão com gás suficiente para a turnê em todo o Brasil”, comenta Suzzin.
<p align="justify">&nbsp;
<p align="justify"><b>CIRCO E TEATRO</b>
<p align="justify">A Prefeitura de Ponta Grossa se destaca como uma importante parceira para a vinda do ‘Circo Roda’. Pela segunda vez, o grupo arma sua tenda dentro do Cine-Teatro Ópera, mesclando circo e teatro. Para a secretária de Cultura e Turismo, Elizabeth Schmidt, receber ‘Caravana’ é uma realização para a cidade, que vê sua vocação cultural sendo prestigiada. “Nosso público é merecedor desse grande espetáculo. Cada vez que vejo um espetáculo grandioso como este sendo realizado em nosso Ópera, sinto-me pessoalmente realizada”, revela Schmidt.
<p align="justify">Em cartaz pela cidade, a presença do ‘Roda’ será encaixada dentro da ‘Semana do Circo’. “Vai enriquecer nossa programação. Ninguém sai igual de um espetáculo como este”, aponta a secretária, que ressalta ainda a parceria com a concessionária. “Colocamos nossa estrutura à disposição. Esse envolvimento com parceiros privados é primordial para nossa cidade. Muitas coisas nós não conseguimos realizar sem parcerias, especialmente com as empresas. Adotamos uma política onde acontecem as verdadeiras parcerias”, testemunha Schmidt.
<p align="justify">&nbsp;
<p><b><font size="5">CARAVANA – MEMÓRIAS DE UM PICADEIRO</font></b>
<p><b></b>
<p><i><font size="3">As memórias de um palhaço através do Circo brasileiro</font></i>
<p><em><font size="3"></font></em>&nbsp;
<p><i></i>
<p align="justify">O espetáculo é uma homenagem do “Circo Roda”, que vem renovando a linguagem circense, feita aos circos tradicionais e itinerantes, por meio de uma narrativa poética que exalta os aspectos culturais de cada região brasileira e a maneira como influenciou toda a diversidade de expressões que os circos abrigam.
<p align="justify">No enredo, o velho palhaço “Caturrão” faz sua última apresentação, enquanto o circo seguirá sua turnê. Em seu camarim, o palhaço recebe a visita de uma menina, uma pequena fã, que ouve dele as lembranças de todos os lugares pelos quais passou. Nestas memórias, a plateia revê o melhor da história circense, espetáculos que passaram por capitais brasileiras, como Curitiba, São Paulo e Recife, com assinaturas de artistas regionais.
<p align="justify">Números de trapézio, acrobacias, arame, malabares, magias e reprises de palhaços se sucedem no palco, de maneira integrada e coreográfica, para contar a melodramática história da vida de ‘Caturrão’, bem ao gosto da tradição do circo-teatro brasileiro. A cada lembrança, ‘Caturrão’ nos leva a desfrutar um pouco da nossa cultura popular recheada de dança, música e de impactantes números circenses. A encenação traz para a cena o espírito do circo-teatro, presente na história dessa arte que tanto peregrinou pelos mais distantes territórios brasileiros, levando a alegria, a ilusão e a possibilidade do povo sonhar.
<p align="justify">O diretor do espetáculo Chico Pelúcio (Grupo Galpão e diretor do Centro Cultural Galpão Cine Horto/Belo Horizonte-MG) fica à vontade com a linguagem voltada à cultura popular. De acordo com ele, “por meio da narrativa de um velho palhaço, buscamos mostrar ao público a tradição do circo brasileiro mergulhando em seu formato tradicional de espetáculo e, ao mesmo tempo, contemplando um singelo melodrama de circo-teatro.” Para tanto, conta com a dramaturgia de <a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CAMILASOUFER_ensaio-caravana2_-89.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 16px 0px 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: left; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="CAMILASOUFER_ensaio caravana2_ (89)" border="0" alt="CAMILASOUFER_ensaio caravana2_ (89)" align="left" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/03/CAMILASOUFER_ensaio-caravana2_-89_thumb.jpg" width="412" height="276"></a>Luís Alberto de Abreu, um dos principais dramaturgos e roteiristas de cinema do país, que traz toda sua pesquisa do universo da arte popular para apresentar, a partir do argumento de Beto Andreatta, um texto feito todo em versos, com ditos e brincadeiras populares que dialogam com os números circenses. Segundo Pelúcio, “Abreu amplia as imagens realizadas em cena e, visitando o imaginário popular, conecta passado e presente, o que certamente vai emocionar crianças e adultos. Posso dizer que é uma homenagem a essa arte tão importante em nosso país”.
<p align="justify">A cenografia e os figurinos de Márcio Medina ressaltam todos os aspectos da cultura de cada cidade brasileira, apoiados em elementos gráficos que realçam os ícones mais fortes de cada região. Sua trilha sonora original, assinada por Marcos Boaventura e Guga Bernardo, percorre a riqueza da música popular brasileira, traçando um panorama sobre os ritmos de nossa música. A iluminação de Wagner Freire traduz cada ambiente e elemento climático de nosso país, ressaltando os efeitos cênicos e recortando os elementos circenses para destacar cada performance.
<p align="justify"><b></b>
<p align="justify"><b>D’P Serviço</b>
<p align="justify">Cine-Teatro Ópera
<p align="justify">De 15 a 25 de Março
<p align="justify">Terça a sexta às 20h30
<p align="justify">Sábados às 16h e 20h30
<p align="justify">Domingos às 16h e 19h
<p align="justify">Rua XV de Novembro, 468 – Centro
<p align="justify">Preço: R$ 15 (inteira) ou R$ 7 (meia)
<p align="justify">Vendas: Shopping Palladium</p>
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		<title>Gente como a gente</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 22:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; Eles não só têm roupas próprias e brinquedos, como também fazem dieta, exercícios e têm personalidade e manias. Se você pensou em filhos, pensou errado: são os bichinhos de estimação, uma companhia cada vez mais comum entre nós &#160; Atualmente existem 40 mil ‘pet shops’ no país. Em São Paulo, há <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=38"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><b><i><font size="3"><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ilustra-enfoque.jpg"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="ilustra enfoque" alt="ilustra enfoque" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ilustra-enfoque_thumb.jpg" width="608" height="405"></a></font></i></b>
<p align="justify"><b><i><font size="3"></font></i></b>&nbsp;
<p align="justify"><b><i><font size="3"></font></i></b>&nbsp;
<p align="justify"><b><i><font size="3">Eles não só têm roupas próprias e brinquedos, como também fazem dieta, exercícios e têm personalidade e manias. Se você pensou em filhos, pensou errado: são os bichinhos de estimação, uma companhia cada vez mais comum entre nós</font> </i></b>
<p align="justify"><strong><em></em></strong>&nbsp;
<p align="justify"><b>A</b><b>tualmente existem 40 mil ‘pet shops’ no país. Em São Paulo, há mais ‘pet shops’ do que farmácias e padarias. O Brasil tem a segunda maior população de cães e gatos do mundo: são 98 milhões de animais, sendo 35 mil cães e 19 mil gatos, segundo dados da ‘Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet)’, fazendo com que </b><b>44% dos lares brasileiros possuam animais de estimação. “O brasileiro demorou em reconhecer a importância dos animais de estimação, mas hoje trata-se de um fenômeno”, explica </b><b>Yury Nagêa, 26, da “Clínica Veterinária Ponto Vet”. Fenômeno confirmado também por Naio Nogueira, 42, especialista em cães e sócio do “Pet Show” (Palladium Shopping Center), que observa tal crescimento em Ponta Grossa. “O avanço do mercado Pet está em constante evolução, de uma maneira impressionante”, diz. Para ele, o crescimento se deve principalmente ao aumento populacional. Yury, por sua vez, destaca o aumento do poder aquisitivo do brasileiro. Não obstante esses indicativos iniciais, o fenônemo pede atenção especial no aspecto comportamental e histórico. Vamos a ele.</b>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><b>ENTRE CÃES E GATOS</b><b></b>
<p align="justify"><b>Os cães ainda figuram em primeiro lugar na preferência entre bichos de estimação. Porém, segundo Naio, “o segmento de felinos tem aumentado muito e a tendência é crescer cada vez mais. Quem nunca ouviu que gato não gosta de banho? Hoje, além de necessário, é frequente a presença de gatos em salões de banho e tosa. Também estão em alta pássaros mansos, interativos e bons companheiros, como ‘calopsitas’ e ‘agapornis’”.</b>
<p align="justify"><b>Há de se destacar, no entanto, a presença dos cães, por terem sido responsáveis pela revolução na intimidade entre homem e bicho. Ao que tudo indica a relação com os seres humanos parece vir de origens nobres. “</b><b>A imagem do cachorro, em sua versão selvagem, o lobo, está presente inclusive de forma marcante na mitologia romana: Rômulo e Remo, os gêmeos criados pela loba. Rômulo viria a fundar a cidade de Roma, sendo seu primeiro rei”, lembra a psicóloga Luciele Nardi Comunello, mestre em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS) e professora da “Faculdade Sant’Ana”, de Ponta Grossa. Mas foi durante os séculos XVIII E XIX que os animais de estimação atingiram maior popularidade. “Ao lado de reis e rainhas, os cães serviam como auxiliares desportivos, ora como companhia, ora como companheiros de caça, ora como ovelheiros”, rememora Naio. Se hoje os cachorros são tratados como pequenos integrantes na corte familiar, há razões mais antigas para justificar isso.</b>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><b><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02406.jpg"><img style="margin: 0px 15px 2px 0px; display: inline; float: left" title="" alt="" align="left" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/DSC02406_thumb.jpg" width="164" height="240"></a>DISCUTINDO A RELAÇÃO</b>
<p align="justify"><b>Viviane Carvalho, 60, trata Yoko, 4 anos, uma cachorra que foi adotada e não possui raça definida, como um membro da família. “Todos os dias, quando chego em casa, tenho uma recepção festiva. Quando vejo televisão, ela deita do meu lado, quando estou andando pela casa, ela me segue o tempo todo, estimulando o bom humor e o divertimento, pois, perto dela não tem dia ruim. Ela é tratada e considerada como parte da minha familia”. </b>
<p align="justify"><b>Dizer que um cão é membro da família pode soar como um capricho ou um exagero, afinal, um cão ainda é um animal, certo? Nem tanto. Para a psicóloga Luciele, um animal de estimação pode, sim, ser considerado parte da família, pelo importante papel afetivo que desempenha. “O cão, como qualquer outro membro da família, pode ser depositário de angústias, ansiedades, dificuldades do sistema familiar”. Viviane, a contente mãe de Yoko, define bem a relação. “Acredito que uma boa relação entre o ser humano e seu animal de estimação tem como base o respeito, o conhecimento, o amor e a confiança de ambas as partes”. Se você perguntar a alguém sobre o que define uma boa relação entre humanos, possivelmente, teria a mesma resposta. Parece uma relação complexa de entender, até porque é uma novidade em nossas vidas: até a década de 80 seria absurdo falar que cachorro poderia ser inteligente. “Trata-se de um fato comprovado, pois, os animais diferem apenas em grau no que diz respeito à inteligência”, afirma Naio.</b>
<p align="justify"><b>Outro aspecto complexo: o amor. Segundo Naio, o amor é o sentimento que mais nos envolve nesse relacionamento. “A diferença é que, do ponto de vista dos bichos de estimação, o amor é incondicional, ao passo que nós humanos nos damos o direito da escolha”. Segundo Luciele, é preciso olhar pelo prisma do laço emocional, pois é isso que forma o fundamento entre as pessoas. “Neste caso, poderíamos dizer que, sim, é uma relação de amor, no momento em que concedemos ao animal um lugar de ‘outro’ na relação”, assevera a psicóloga.</b>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><b>QUEM EDUCA QUEM?</b><b></b>
<p align="justify"><b>Para Naio Nogueira, o</b><b> distanciamento nas relações interpessoais fez com que essa carência de relacionamentos fosse preenchida com animais de estimação. “Daí, os bichinhos terem se tornado parte da família”, acrescenta ele. Mas existem também benefícios, digamos, menos existenciais no convívio com os bichos.</b>
<p align="justify"><b>“A convivência com os bichos de estimação aumenta as interações sociais dos idosos, que ficam menos agitados e irritáveis. A pressão arterial melhora, pois, eles se distraem, ganham a sensação de que há alguém que depende dele e a companhia amigável o faz esquecer os problemas”, defende Yury. Além disso, pesquisas indicam que idosos que possuem cães e gatos sofrem menos de depressão, problemas relacionados à pressão sanguínea, frequência cardíaca e capacidade motora, simplesmente, porque os bichinhos os obrigam a realizar esforços físicos ao passear ou brincar. </b><b>Luciele explica a importância deles também para as crianças. “Muitas vezes, é com os animais de estimação que as crianças vivenciam suas primeiras perdas e lutos, aprendendo a lidar com os sentimentos despertados pela morte, pela finitude”. </b>
<p align="justify"><b>A psicóloga destaca também que “as relações com animais de estimação exigem do dono cuidado, carinho, dedicação e até mesmo o desenvolvimento de tolerância no processo de adestramento, por exemplo”. Outrossim, “muitas vezes os animais são utilizados como co-terapeutas na prática clínica, auxiliando adultos e crianças a desenvolverem a capacidade de estabelecer vínculos, facilitando a expressão da criatividade e o lidar com as emoções”, justifica Luciele. “Além de ser uma excelente companheira, a Yoko me traz grandes benefícios como a alegria, a descontração das brincadeiras, o sentimento de proteção, senso de responsabilidade&nbsp; e até consolo em momentos difíceis”, corrobora a amiga de Yoko, Viviane.</b>
<p align="justify"><strong></strong>&nbsp;
<p align="justify"><b></b>
<p align="justify"><b>VOCÊ AINDA VAI ME AMAR AMANHÃ?</b><a name="_GoBack"></a><b></b>
<p align="justify"><b></b>
<p align="justify"><b>Tudo indica que o animal de estimação é praticamente um ser humano do ponto de vista afetivo. Mas seria necessário definir um limite para uma relação saudável entre dono e bicho de estimação? Para a psicóloga Luciele, é </b><b>importante lembrar que, por maior que seja o vínculo entre a pessoa e seu animal de estimação, este ainda assim é um animal. “Digo isso porque é preciso observar higiene, locais de circulação e doenças diversas que podem ser transmitidas se determinados cuidados não forem tomados”. Mas, além do aspecto fisiológico, não é absurdo levantar a questão de como um filho pode se sentir ao ver os pais dando mais atenção a um animal? De acordo com ela, “o que nós temos que pensar, neste caso, não é necessariamente a relação da pessoa com o animal de estimação, mas a relação desta pessoa com a própria maternidade, ou a relação com o filho”. Ela lembra que “as figuras de referência (seja ela a mãe, o pai, a avó, a tia), principalmente na infância, são imprescindíveis para um desenvolvimento saudável em todos os aspectos”.</b>
<p align="justify"><b>Se por um lado a relação com os bichos pode ser positiva, benéfica e valiosa, por outro, ela pode estar construída sobre uma base frágil: relações humanas vazias. “É o que chamamos de uma sociedade de relações líquidas, como disse o sociólogo polonês Zigmunt Bauman, relações cada vez mais marcadas pelo vazio e pela superficialidade”. Desta forma, “o animal acaba se tornando uma fonte segura de afetos, pois não julga, não seleciona, é uma companhia incondicional”, constata a psicóloga. “É uma relação em que não há o risco do abandono”. A coisa a se evitar nesta relação, percebe-se, é humanizar os bichinhos a tal ponto que se passe a animalizar, no sentido de não se importar e de não aceitar sua complexidade, os seres humanos. Fora isso, estes pequeninos companheiros são grandes parceiros para muitas vidas.</b></p>
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		<title>Por um Brasil mais moderno</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 22:09:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Matéria de capa]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Consagração de uma impressionante escalada política, Sandro Alex é eleito o quarto melhor deputado federal do país – e o primeiro do Paraná –, tendo por base o ativismo em prol de um Brasil mais moderno e competitivo &#160; Se existe um fato com o qual, aparentemente, todos os homens de política (e não <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=32"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><i><font size="3">Consagração de uma impressionante escalada política, Sandro Alex é eleito o quarto melhor deputado federal do país – e o primeiro do Paraná –, tendo por base o ativismo em prol de um Brasil mais moderno e competitivo </font></i>
<p align="justify"><em><font size="3"></font></em>&nbsp;
<p align="justify"><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Capa-dp-195.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 0px 25px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Capa dp 195" border="0" alt="Capa dp 195" align="right" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Capa-dp-195_thumb.jpg" width="345" height="472"></a><em><font size="3"></font></em>
<p align="justify">Se existe um fato com o qual, aparentemente, todos os homens de política (e não só os “profissionais”, como também os eleitores e analistas) em Ponta Grossa concordam ou tendem a concordar, é aquele que diz respeito à impressionante escalada política do deputado federal Sandro Alex (PPS-PR). Com efeito, o ponta-grossense vem colecionando êxitos dignos de nota, desde que ingressou na política, em 2008. Naquele ano, concorreu à prefeitura de Ponta Grossa, fazendo 81.782 mil votos no segundo turno e provocando um verdadeiro racha no eleitorado local, chegando a estremecer a confiança de um político, o atual prefeito Pedro Wosgrau Filho (PSDB-PR), que, ao contrário dele, já possuía larga experiência nas urnas. Perdeu, mas sua expressiva votação, somada ao seu sorriso, seu ar jovial e moderno, que ficaram impressos no imaginário da população, já preparavam o terreno para um salto ainda maior – um salto que talvez muitos, na ocasião, duvidassem que ele conseguisse dar.
<p align="justify">Apenas dois anos depois, em 2010, o locutor-apresentador, advogado e sócio-proprietário da “Rádio Mundi FM” terminava de descrever, no ar, a trajetória do seu salto e aterrissava vencedor, tendo conquistado quase 96 mil votos em todo o Paraná, que o credenciavam a representar a cidade e região como deputado federal em Brasília – o primeiro deputado federal nascido em Ponta Grossa, desde Otto Santos da Cunha, que, no início da década de 90, desempenhou um mandato no mesmo cargo. Uma vez empossado, Sandro Alex tornou-se o alvo de todas as esperanças da população e de todos os olhares de reserva e expectativa daqueles que são encarregados de fazer a máquina política funcionar na cidade. Não demoraria, porém, para se perceber que o recém-eleito deputado federal dava sinais de ter entrado na Câmara dos Deputados com o pé direito – e bastante firme. Em pouco tempo, foram criados mais de 90 projetos de leis elaborados por ele ou assinados em parceria com outros deputados. Era hora de trabalhar.
<p align="justify"><b></b>&nbsp;
<p align="justify"><b>O QUARTO MELHOR DO PAÍS </b>
<p align="justify">A prova de que nada disso é ficção – e de que nada disso foi em vão – foi dada recentemente pela revista “Veja”, título da ‘Editora Abril’, que, em dezembro de 2011, em sua edição de número 2249 (p.208-212), publicou um ranking relacionando os melhores deputados federais brasileiros “com base em seu ativismo legislativo em favor de um Brasil mais moderno e competitivo”. Com nota 8.2, Sandro Alex figurou em quarto lugar no ranking nacional e primeiro lugar no estadual – uma colocação que simboliza, da forma mais eloqüente possível, sua ascendente trajetória política.
<p align="justify">“Como medir a atuação de deputados e senadores em favor de um Brasil mais moderno e competitivo?”, perguntava a matéria responsável por veicular o ranking. A resposta vinha logo em seguida: “Aferindo como eles se posicionam com palavras e votos e palavras em relação a questões vitais em tramitação nas duas casas legislativas”. Identificadas pela própria revista, tais questões foram resumidas em oito: 1) Carga tributária menor e sistema tributário mais simples; 2) Infraestrutura; 3) Qualidade de gestão pública; 4) Combate à corrupção; 5) Qualidade da educação; 6) Marcos regulatórios estáveis aplicados com transparência por agências independentes; 7) Diminuição da burocracia; e <img src='http://www.revistadp.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Equilíbrio entre os três poderes. O critério para a escolha dos temas, de acordo com a revista, foi o fato de terem sido afetados por 54 projetos de lei e medidas provisórias apresentadas ao Congresso pela bancada.
<p align="justify">Atuando em parceria com o “Núcleo de Estudos sobre o Congresso (Necon)”, do ‘Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ)’, a revista selecionou as 54 proposições mais relevantes entre as centenas de medidas provisórias, projetos de leis ordinárias e propostas de emendas à Constituição que tramitaram no Congresso em 2011, classificando cada uma como “favorável” ou “desfavorável”, de acordo com seu impacto positivo ou negativo sobre aqueles oito grandes eixos definidos previamente. Feito isso, os deputados foram qualificados conforme seu posicionamento em relação às proposições, observando as seguintes diretrizes: 1) pareceres em relatoria; 2) apresentação de emendas; 3) posicionamento em votação nominal; e 4) pronunciamentos em plenários e comissões. Essas ações foram medidas em termos de frequência de sua ocorrência e de acordo com o impacto favorável ou desfavorável sobre os oito eixos.
<p align="justify">A revista resume assim o resultado final: “A posição que um parlamentar ocupa no ranking expressa seu grau de ativismo legislativo a favor ou contra os oito temas centrais estabelecidos por ‘Veja’”. Mas uma forma ainda mais resumida de entender é a seguinte: quanto mais participação coerente e decisiva mostrou o parlamentar com relação aos temas mais importantes em tramitação no Congresso, mais bem colocado ele ficou – e mais importante ele se torna para os rumos do país. Tendo integrado importantes comissões na Câmara, como a de ‘Ciência e Tecnologia’ e a de ‘Constituição e Justiça’, o parlamentar ponta-grossense teve, ao longo de 2011, intensa participação legislativa: realizou mais de 80 pronunciamentos na Câmara e atuou em mais de dez relatorias. Ele estava tão ocupado trabalhando, aliás, que só foi saber do resultado publicado pela revista quando foi cumprimentado por eleitores através de seu perfil na rede de micro-blog “Twitter” (<a href="http://www.twitter.com/sandro2323">www.twitter.com/sandro2323</a>).
<p align="justify">O que a pesquisa demonstra, porém, não é apenas que os parlamentares mais bem posicionados se limitaram a meter o dedo de forma leviana sobre projetos importantes. Não, a pesquisa demonstra, sobretudo, que as alterações foram decisivas e que estavam baseadas em um único fundamento: o do conhecimento acerca dos assuntos mais pertinentes relacionados à legislação brasileira – assuntos estes que, não é preciso dizer, são do interesse de todos. Em entrevista à imprensa local, Sandro Alex confirmou isso ao explicar que, em sua opinião, um dos aspectos que podem ter contribuído para a avaliação positiva é o fato de ele ser conhecedor de matérias importantes que tramitaram na ‘Comissão de Ciência e Tecnologia’. “Com base no conhecimento que tenho, pude atuar com responsabilidade”, declarou.
<p align="justify"><b>DO LADO DE CÁ </b>
<p align="justify"><b></b>Em Ponta Grossa, cidade na qual Sandro Alex angariou a maior parte de seus votos, a notícia foi recebida com atenção. O jornalista e analista político Adail Inglês, por exemplo, ressalta o aspecto qualitativo da pesquisa e assegura que Sandro Alex está sendo “a grande revelação do processo político de Ponta Grossa”. “O Sandro Alex está, indiscutivelmente, justificando a votação que recebeu. Levou para a Câmara, de forma inteligente, a sua experiência como comunicador, buscando se instalar na ‘Comissão das Comunicações’, onde mostrou ser um profissional ativo e competente e aonde ganhou, desde logo, o respeito de outros parlamentares daquela comissão. Então, o deputado Sandro Alex é, sem dúvida alguma, uma revelação qualitativa do processo político da cidade”.
<p align="justify">O cientista político Fábio Aníbal Goiris, que escreve sobre política em alguns veículos da imprensa local, também ressaltou o fator “revelação” e observa que o político ponta-grossense não só já está inserido na tradição política local, como trouxe algo novo. “Sandro Alex rompeu com a tradição local, em razão de conceber a política não como o atávico privilégio de uma linhagem de proprietários que se aproximam dela para salvaguardar seus interesses e tampouco como a fonte do populismo por vezes afeito à demagogia”. Já o comentarista político e blogueiro Johnny William Soares, que alimenta o “Blog do Johnny” (www.blogdojohnny.com.br), enxerga a importância da pesquisa, mas coloca, em sua análise, um porém. “Embora não seja a função de Sandro Alex a conquista de obras e investimentos para a região que representa, é o que a grande maioria da população pela qual foi eleito espera. Este é déficit do seu mandato”, opina.
<p align="justify">Último parlamentar nascido em Ponta Grossa a ter se tornado deputado federal antes de Sandro Alex, Otto Cunha observa que a colocação do parlamentar no ranking é relevante e credencia Sandro Alex a tentar a candidatura a prefeito de Ponta Grossa nas próximas eleições, algo que está ainda indefinido na sua sigla. “Se com apenas um ano de mandato, ele consegue ser o primeiro do Paraná e o quarto do Brasil, sem dúvida que seria bom para os ponta-grossenses tê-lo como candidato a prefeito”.
<p align="justify">O diretor geral do “Campus Ponta Grossa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)”, professor doutor Luiz Alberto Pilatti, destaca que o bom posicionamento de Sandro Alex é “sinal inequívoco” de que os votos depositados nele estão senso retribuídos, e destaca a importância que o parlamentar dá à educação. “O ranking é uma demonstração clara de que a confiança da comunidade ponta-grossense está sendo retribuída com trabalho sério e competente. O deputado procurou a UTFPR se colocando à disposição da instituição, além de alocar valor significativo de sua verba de bancada para a aquisição de equipamentos que garantirão ao ‘Campus Ponta Grossa’ a montagem de laboratórios de alta tecnologia. Ao investir na educação, demonstra, além de compromisso com a região dos Campos Gerais, uma visão privilegiada de futuro”. Outro representante da educação, o reitor da “Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)”, João Carlos Gomes, acentua a importância do reconhecimento nacional da colocação. “Isso demonstra o bom trabalho realizado pelo Sandro Alex em Brasília”, conclui.
<p align="justify">&nbsp;
<p align="justify">&nbsp;
<p align="justify"><b>BATENDO CARTÃO</b>
<p align="justify"><i>Conheça alguns dos projetos de lei e outras proposições criadas exclusivamente por Sandro Alex</i>
<p align="justify">Ø <b>INC-639/2011</b> Ementa: Sugere ao Ministro de Estado da Educação a adoção de providências quanto aos problemas na distribuição e na qualidade da merenda escolar nas escolas públicas brasileiras.
<p align="justify">Ø <b>PEC-11/2011 </b>Ementa<b>: </b>Altera e acrescenta novos dispositivos à Constituição Federal, vedando a nomeação ou a designação para os cargos que menciona daqueles considerados inelegíveis pela Justiça Eleitoral para qualquer cargo. Explicação<b>:</b> Proíbe a nomeação daqueles que tenham sido considerados inelegíveis pela Justiça Eleitoral para os cargos de Ministro de Estado ou cargo equiparado, Secretário Executivo, cargos em comissão e designação para exercício de função de confiança.
<p align="justify">Ø <b>REQ-2152/2011 </b>Ementa<b>:</b> Instalação da Frente Parlamentar de Combate aos Crimes na Internet, associação esta que tem como objetivo promover maior segurança na internet e aos internautas, através do estudo e desenvolvimento de políticas nacionais de combate aos crimes na internet e também participar ativamente do processo legislativo no tocante a criação de normas de repressão aos cibercrimes.</p>
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		<title>Sandro Alex destaca import&#226;ncia da implanta&#231;&#227;o de ag&#234;ncias da Caixa</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 20:09:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[implantação]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Borgo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;&#160; O deputado federal Sandro Alex (PPS-PR), atendendo a uma reivindicação dos moradores da região, apresentou em Brasília, em maio de 2011, a indicação 588/2011, que sugeria ao Ministro de Estado da Fazenda a implantação de uma agência da Caixa Econômica Federal no município de Carambeí, na região dos Campos Gerais. &#160;&#160; Ainda recentemente, a <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=28"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>&nbsp;&nbsp; <font size="3">O deputado federal Sandro Alex (PPS-PR), atendendo a uma reivindicação dos moradores da região, apresentou em Brasília, em maio de 2011, a indicação 588/2011, que sugeria ao Ministro de Estado da Fazenda a implantação de uma agência da Caixa Econômica Federal no município de Carambeí, na região dos Campos Gerais.</font></b>
<p><b><font size="3">&nbsp;&nbsp; Ainda recentemente, a Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal anunciou a oficialização da construção dessa nova agência em Carambeí, considerada pelo deputado Sandro Alex como mais uma importante conquista para a cidade, também resultado do trabalho e das reivindicações do início do seu mandato. O deputado ainda destacou em seu twitter (13/1) que o governo federal também acatou sua proposição 1169/2011, de 03/08/11, para a criação da agência da Caixa em Piraí do Sul.</font></b>
<p><b><font size="3">&nbsp;&nbsp; Sandro Alex parabenizou o trabalho que está sendo realizado pelo superintendente da Caixa, Luís Henrique Borgo, ressaltando a importância dos serviços que a Caixa Econômica oferece à população. Em conversa com a equipe, o superintendente Luís Borgo informou que o plano de expansão da Caixa prevê a abertura de duas mil agências em todo país, mais precisamente até 2015, sendo 500 por ano, com a previsão de mais agências para a região, ainda neste ano. “O crescimento da região dos Campos Gerais demanda esta necessidade, e ficamos satisfeitos com os resultados e a atenção que estamos recebendo para nossa região”, destacou Sandro Alex.</font></b>
<p><strong><font size="3"></font></strong>&nbsp;
<p><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/MarceloSandroeBorgoDC1.jpg"><font size="3"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="MarceloSandroeBorgoDC" border="0" alt="MarceloSandroeBorgoDC" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/MarceloSandroeBorgoDC_thumb1.jpg" width="317" height="239"></font></a>
<p><font size="3"></font>&nbsp;</p>
<p><b><font size="2"><em>Foto: Deputado Estadual Marcelo Rangel, Luis Henrique Borgo Sup Caixa Econômica e Deputado Federal Sandro Alex</em></font></b></p>
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		<title>DPVAT: PL de Sandro Alex cria descontos</title>
		<link>http://www.revistadp.com.br/?p=18</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 20:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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		<description><![CDATA[   O deputado Sandro Alex (PPS-PR) apresentou, ainda recentemente, projeto de lei fixando os valores das indenizações e ressarcimentos do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais (DPVAT) entre 10 e 30 salários mínimos. O texto prevê ainda a criação de um cadastro positivo de proprietários que não tenham acionado o seguro. O objetivo é dar um <a href="http://www.revistadp.com.br/?p=18"><b>...Continue Lendo</b></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Sandrobrasilia.jpg"><img style="background-image: none; margin: 0px 0px 0px 19px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Sandrobrasilia" src="http://www.revistadp.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Sandrobrasilia_thumb.jpg" alt="Sandrobrasilia" width="277" height="413" align="right" border="0" /></a></p>
<p align="justify"><strong>   O deputado Sandro Alex (PPS-PR) apresentou, ainda recentemente, projeto de lei fixando os valores das indenizações e ressarcimentos do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais (DPVAT) entre 10 e 30 salários mínimos. O texto prevê ainda a criação de um cadastro positivo de proprietários que não tenham acionado o seguro. O objetivo é dar um desconto àqueles que fazem parte desse universo.<br />
Os descontos anuais vão de 10% a 50% e passarão a ser concedidos a partir de 365 dias após a aprovação do PL, conforme o projeto estabelece. Se o motorista se envolver em acidente que resulte em indenizações e despesas, independentemente de culpa, ele perde o benefício por dois anos-calendários.<br />
O Conselho Nacional de Seguros Privados ficará responsável por estabelecer e normatizar os procedimentos necessários para a implementação e manutenção do cadastro previsto no artigo que disciplina a inserção do veículo no rol de benefícios.<br />
Para o deputado Sandro Alex, “o DPVAT é um dos instrumentos mais democráticos do país para auxiliar vítimas em acidentes provocados por veículos, mesmo aquelas que não contribuem para a formação dessa carteira”. Ele ressalva, entretanto, que é preciso ajustes. “Os valores fixados em reais, por exemplo, engessam as indenizações”, justifica.<br />
O parlamentar ressalta, ainda, que entre maio de 2007, mês do último reajuste nos valores das indenizações, e dezembro de 2011, a taxa de variação do IPC Saúde, da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) acumulada no período, foi de 33,30%.<br />
“Isso significa que a vítima que necessitar utilizar as despesas médicas e/ou hospitalares até o teto estabelecido em 2007 sairá do hospital pagando R$ 900 acima do valor máximo para custear ressarcimentos com despesas de assistência médica”, salientou Sandro Alex.<br />
O deputado disse ainda que teve o cuidado de estabelecer uma carência de um ano calendário para a entrada em vigor da concessão do desconto, para impedir que haja uma perda brusca na arrecadação, tanto para veículos novos como para aqueles adquiridos de segunda mão – “neste caso, a contar da data de transferência de propriedade, repetindo a carência a cada nova transferência”.<br />
lINK: </strong><strong><a href="http://portal.pps.org.br/portal/showData/220407"><span style="color: #0000ff;">http://portal.pps.org.br/portal/showData/220407</span></a></strong><strong></strong></p>
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